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Eu Sou Supervisora De Um Contact Center

Sandra Ramos, a galardoada com o Prémio Fortius 2018 para melhor Supervisor, não esconde o orgulho que tem naquilo que faz e o quão realizada é profissionalmente. Tive oportunidade de conversar um pouco com ela e aqui está o resultado!

 

 

Fale-nos um pouco da sua trajectória no sector

Entrei no mundo dos Contact Center corria o ano de 2003. Na altura encontrava-me a terminar a minha tese de licenciatura em Psicologia Educacional e esta entrada no mundo do trabalho serviu para colmatar o tempo livre que tinha na época. Nunca foi minha pretensão fazer deste mundo a minha carreira profissional, no entanto tudo se foi proporcionando no sentido contrário. Estive como assistente durante 3 meses, findos os quais integrei um novo projeto (uma nova linha de atendimento) já como supervisora. Desde essa data tenho estado na linha da frente de todos os serviços que já passaram por aqui. Pelo meio tive uma experiencia de 3 anos como coordenadora de serviço que findou quando a PT decidiu que os contact centers que não funcionavam em regime de Outsourcing teriam que ser coordenados por funcionários da PT, algo que nunca fui.

Desde o início que me apaixonei pela forma como se processam as coisas dentro das 4 paredes de um call center- trabalhamos as pessoas, para as pessoas, com as pessoas. Desta forma, nunca procurei outra oportunidade a nível profissional, antes pelo contrário pautei os meus dias por fazer sempre o melhor que me era possível, por me guiar sempre por aquela que considero ser a minha máxima “enquanto eu não for a melhor não sou suficientemente boa” na profissão que me escolheu.

 

Quais os três objectivos diários que destacaria do seu dia-a-dia?

No mundo dos Contact Center não há 2 dias iguais, trabalhamos com pessoas totalmente distintas a nível de personalidade. Esse será sempre o meu maior objetivo diário: conseguir chegar a cada um dos elementos da minha equipa. Considero que ter a minha equipa comigo é meio caminho andado para o sucesso. Conhecer-lhes os “dias”, as motivações, os gestos, as disposições e os sorrisos, é fundamental.

Um outro objetivo é o cumprimento do que nos é solicitado a nível de indicadores pois só desta forma conseguiremos continuar a destacar-nos.

Por fim, mas não menos importante, posso referir o objetivo diário que tenho e que incuto à minha equipa: superarmo-nos dia após dia, considerarmos que podemos sempre ser melhores, de não nos sentirmos satisfeitos enquanto formos apenas bons. De querermos ser sempre os melhores. Nem sempre o conseguimos, é certo, mas também se assim fosse a motivação não seria a mesma.

 

O que significa para si, enquanto profissional, ser um dos galardoados dos Prémios Fortius?

Ser reconhecida pelo meu trabalho, pelo que faço todos os dias e pela forma como o faço é o maior significado que esta galardoação me deu.

Quando esse reconhecimento parte de empresas externas, que não me acompanham no meu dia a dia, a sensação de conforto é ainda maior; afinal, o que coloquei nas minhas respostas e no meu vídeo de candidatura é exatamente o que sou e o que faço: as pessoas, as minhas pessoas, serão sempre a minha prioridade. E, foi também por elas e através delas, que obtive o prémio.

Este reconhecimento permite-me ainda saber que o caminho que tomo, que as opções que faço, que as prioridades que estabeleço e que a minha forma de trabalhar e de agir têm sido, até agora, os corretos.

 

Muitos Parabéns Sandra!

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